A advocacia por vezes se comporta como se tivesse esperando por um cavaleiro de armadura brilhante para resgatá-la dos males da publicidade profissional, das forças do mercado e de outras aflições que identificamos como fontes de nossos problemas. Mas a prática do direito não é um conto de fadas, e não existe nenhum cavaleiro de armadura brilhante que nos salve. Só existimos nós, os membros de nossa profissão. Se a advocacia vai se salvar, somos nós as pessoas que devem empreender essa salvação. Nós somos o rei ferido, e nossa profissão é o reino ferido. Somos nós que devemos empreender a longa e difícil busca que nos levará a formular a questão essencial.